Mostrando postagens com marcador oralidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador oralidade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, abril 24, 2009

brincadeira e aprendizagem

Você trabalha com crianças pequenas e quer usar o laboratório de informática da escola,em atividades de leitura e escrita.Para isto,você pode usar sites que oferecem atividades on line, para a garotada aprender as primeiras letras e desenvolver outras habilidades.

As palavras cruzadas são recursos que ajudam a atingir o nível alfabético da escrita.Se a criança estiver no nível silábico de aquisição da escrita, por exemplo, vai sobrar quadrinhos para preencher.Então é o momento de você interferir e pedir a ela que fale a palavra para descobrir as letras que faltam.
Neste site, você encontrará palavras cruzadas infantis, on line.

A brincadeira de formar palavras,dentro de quadrinhos, tem o mesmo obejtivo da palavra cruzada.Você pode encontrar aqui.

Brincadeiras com letras você encontra neste link. É so clicar nas letras que aparecem logo abaixo, para encontrar outras atividades com as letras do alfabeto.

E se você quer trabalhar descrição oral de personagens, que tal mudar o visual de bonecos? É só clicar aqui e deixar as crianças escolherem como os bonecos devem ficar.

Esta postagem faz parte da blogagem coletiva Movimento Blog Voluntário.

sábado, agosto 09, 2008

Olimpíadas

Seu aluno anda querendo saber mais alguma coisa sobre as olimpíadas?

Grave um vídeo com a pergunta e mande para os atletas.
O primeiro que tiver um tempinho, responde.
Veja como fazer isto, no Canal do Time Brasil, do You Tube, neste link.

quinta-feira, novembro 29, 2007

Classificando "erros"- 2

A supressão de letras acontece quando o aluno não domina o uso das letras no sistema alfabético. Isto é muito comum quando a alfabetização foi feita a partir de famílias silábicas, e não do uso de textos.
Por exemplo, um aluno que aprende apenas determinadas famílias com consoantes e vogais como ba, ca, da, vai ter dificuldades para escrever palavras que contenham dígrafos e encontros consonantais. Para escrever a palavra claro, por exemplo, é possível que o aluno grafe sem o L,pois está acostumado apenas a sílabas simples.Da mesma forma ao escrever carro, a grafia será feita com apenas um R.
Nestes casos o professor deve trabalhar com o aluno pedindo que leia o que escreveu e faça a correção. Ao falar o aluno percebe que está faltando alguma coisa e a correção se torna mais fácil.
Apresentar textos de literatura adequados, que considerem que o aluno já é um falante nativo da língua, é uma solução perfeita para resolver estes casos.
Por isto, cuidado ao escolher livros de literatura para leitores iniciantes. Muitos deles consideram o pequeno leitor como se ele não fosse capaz de se expressar e, por isto, precisa ler textos que contenham apenas determinadas sílabas, ou frases curtas, no estilo cartilhês.

sábado, novembro 10, 2007

erro de ortografia

Você leu esta notícia?

foto do G1
Erro de ortografia em adesivo de carro desmascara assalto.

Aproveite para levá-la para a sala de aula.
Faça uma listagem com os alunos, das palavras que falamos de um jeito e escrevemos de outro: o famoso cartaz Assim se fala, Assim se escreve, com duas colunas e as palavras mais usadas pelos alunos.
Deixe exposto na sala de aula. Ótima fonte de consulta,na hora da produção de textos.

terça-feira, agosto 21, 2007

Folclore III

Você já fez simpatias? Acredita nelas? Algumas até que dão bem certinho, né?
Mas, já reparou que elas fazem parte da literatura oral, do folcore?
Quando alguém te aconselha a fazer uma simpatia, nunca escreve, mas te conta como faz.
Por exemplo: prá nenezinho que acabou de nascer ter muita sorte e não ter tiriça,aquela doença que faz o bebezinho ficar todo amarelo, é só usar um sapatinho de lã vermelha. Mas, tem que ser o primeiro sapato. Esta eu aprendi com minha mãe e deu certo com meu filhote,rsrsrsrsr.

Uma vez pedi a meus alunos que pesquisassem as simpatias que as famílias usavam para curar doenças. Apareceram muuuitas.Deu até pra fazer um livrinho e uma exposição na escola.

E, foi nesta época, que descobri o Livro das Simpatias,da Editora RHJ, que é delicioso.O autor brinca de forma poética e divertida com as simpatias.
Você encontra informações sobre o autor, Antônio Barreto,neste site
E , na editora, há mais informações.

Pesquisar as simpatias que seus alunos e familiares conhecem, registrá-las em forma de receitas: ingredientes, modo de fazer e resultados, é um atividade que une a tradição oral, o folcore, e a escrita de textos instrucionais. Os depoimentos sobre o uso e eficácia das simpatias, pode render um bom livro da turma, que é claro deve ficar disponível na biblioteca da escola.

Continua no próximo post.

sábado, agosto 18, 2007

Folclore II

Folclore, pesquisa e sucesso.
Minha amiga Edna da Silva Moreira, professora de português na Zona Rural descobriu que a comunidade Belmiro Braga,em MG, era rica em relatos de aparições fantasmagóricas e casos insolúveis. A professora então, elaborou um projeto de trabalho como forma de resgatar as lendas e mitos, para que elas não se perdessem.

Os meninos e meninas, com idades entre 11 e 12 anos, foram para as ruas descobrir as lendas, passadas de geração em geração e, depois, relataram em sala de aula. As melhores histórias, votadas por eles, foram escritas em forma de contos. Segundo a professora"é uma forma lúdica de promover a oralidade e a escrita".
O resultado do projeto "Quem conta um conto aumenta um ponto, quem escreve, aumenta vários" foi a produção de mais de cem lendas.

Estes são alguns dos contos produzidos:
Noiva sem rosto
"Um caminhoneiro passava pela estrada e viu uma noiva pedindo carona. Ele abriu a porta do carro e perguntou onde ela ia descer. A noiva não respondeu. Quando ele parou na Igreja de São José, viu que ela não tinha rosto. Depois o caminhoneiro foi saber que a mulher já havia morrido."
Leonardo Silva de Oliveira

A cachorra
"Em 1985, na Fazenda da Glória, um homem com o apelido de Paulistinha matou uma cachorra, porque ela comia galinhas. Ele bateu com uma marreta na cabeça dela. A cachorra parecia morta e ele a enterrou na beira do Rio Peixe. Depois de três dias, Paulistinha estava no lugar onde havia matado o animal e a cachorra apareceu cambaleando, latindo e com o sinal da marretada. Ela teve seis cachorros e nunca mais comeu galinhas."
Cíntia Amaro Alves
O diabo da parede
"Em São José tinha uma mulher chamada Emilinha, que, um dia, começou a subir pelas paredes e ficar pendurada no telhado. Era o diabo que tinha entrado no corpo dela. Um padre foi benzê-la, mas ela disse: "Você pode ir embora , porque eu sei de todos os podres do seu passado". Ele saiu correndo. Quando chegou outro padre ela falou: "Você é outro cheio de podres, eu vou contar para o povo". O sacerdote também saiu correndo. Quando chegou a vez do terceiro padre, o diabo disse: "Só saio desse corpo, porque você, no passado, só roubou uma laranja do vizinho."
Mariana Moreira de Souza
E seus alunos conhecem alguma lenda? Que tal pesquisar ?

Bom Ano Novo!

 Obrigada por ter estado por aqui. Espero que as postagens lhe tenha sido útil. Que 2022 seja suave para você, que traga saúde, paz para tra...