27.8.12

Leitura:prazer ou chateação?

Imagem em: Good Culture

A Press Book Brasil está disponibilizando um livro digital com 25 ideias para despertar o prazer da leitura em crianças.É só fazer o cadastro e baixar o livro.Aqui.


O filho da Profª Suely Aymone nos dá uma boa lição sobre o assunto em um texto que  escreveu para  a escola.Tomara que a professora realmente leia e aprenda alguma coisa com seu aluno.Leia aqui.  

E o filho da Sam também nos mostra o que a escola anda fazendo de chato sobre leitura e literatura.
O pior é que depois do vídeo, o coitado do Giorgio ainda teve que escrever o resumo.Tadinho dele :)
Veja o vídeo aqui e acompanhe o blog da garotada  aqui. 
"Livro chato é para ler só porque é um livro!" adorei a fala do Giorgio.

Não seria mais fácil a escola pedir um vídeo? Será que  a garotada ainda não sabe fazer um vídeo, com o celular que eles usam a todo momento? 
Tá, eu sei que na maioria de nossas escolas públicas nossos alunos não usam celular, porque não têm. Mas, e  a professora ou um parente deles, será que ainda não usam? Não é isto que dizem as pesquisas sobre uso do celular no Brasil. Veja no infográfico, aqui.

Para desenvolver a vontade de ler é preciso que a escola se reinvente.O filme Educação Proibida está fazendo muito sucesso no YouTube e nas redes sociais.Leia a postagem no outro blog, clicando aqui.E divulgue.Quem sabe as escolas um dia não mudam?

E para sugestões sobre como trabalhar com literatura, leia estes post antigos, aqui e aqui.

2 comentários:

  1. Oi, Fátima!

    Andei em alguns links que sugeriste e trago palavras Luis Eduardo Matta, no texto (muito instigante!) "Formando não-leitores":

    Afinal de contas, ler é um instrumento para se aprender e não o aprendizado em si. Ou seja, ensinar a ler é muito mais importante do que ensinar o que ler.

    E pra que isso ocorra a escola deve se reinventar...

    O Tomás e o Giorgio, com suas intervenções e sem ter a dimensão disso, talvez, estejam provocando um movimento (pequeno que seja!) no sentido de nos fazer refletir sobre práticas tão arraigadas...

    Mas...

    Sinceridade, pelo que tenho observado tanto na escola pública como na particular, por estes pagos, não tenho muitas esperanças de que, nas aulas de língua portuguesa e de literatura, as coisas ultrapassem as classificações pelas classificações, as leituras pelas leituras, as escritas pelas escritas...

    Há algumas práticas bacanas (e isoladas)... alguns professores que fazem aulas como as que sugeriste no texto, pelo menos tentam...

    Claro que isso é bom! Mas temos muuuito que caminhar!

    Abraços!

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  2. Fátima, muito interessante seu blog! Parabéns!
    Somos uma instituição educativa sem fins lucrativos que dá apoio a escolas e professores(as) que trabalham com Jornal Escolar para múltiplas aprendizagens, expressão e cidadania de crianças e adolescentes, valorização da escrita, incentivo à leitura e aproximação entre escola e família. Visite o Portal do Jornal Escolar (www.jornalescolar.org.br). Se gostar, por favor, nos ajude a divulgar aos leitores do blog esse espaço e os recursos que são oferecidos gratuitamente.

    Cordialmente,
    Equipe do Comunicação e Cultura

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